Quem dera pudesse não tê-lo
A fim de reconstruir o modelo
De forma ordenada, moderada
Que por mim fora estragada
Apesar de não ser culpado
Muitas vítimas são abatidas
Pela loucura de um ser indignado
Que hoje se arrepende de não ter cuidado
Pessoas sofrem num mundo corrupto
E sujo, mas de grande respeito
Em que a maior novidade
Seria de fato, a verdade
O motivo de não o querer
É de eterno arrependimento
E grande desgosto de ter
Algo ruim e sem cabimento
Será que devo solta-lo?
Ou apenas o guardar?
Para que alguém correto
Consiga logo lhe usar
Vendo que estou sempre errado
Fico eu aqui pensando
O que fazer com esse danado,
Este maldito condenado?
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