segunda-feira, 13 de maio de 2013

Sorrir novamente


Um céu gelado e a luz da rua quebrada, vento frio
Sombra desconhecida, a pegada da desolação
Liberdade foi tomada.
Um entendimento é impossível.
Se isso acorda o teto escuro
Uma voz risonha afunda no ouvido, isso é sujo
E a violência me perturba.

Por que fui eu o escolhido? Alguém devia responder...
De alguma forma quero que me responda o quão ruim é o sonho
Quantas vezes tenho que dar um grito de sofrimento
Com a voz no fim gritei tantas vezes
Não há uma mão de preparo do cabelo desarrumado
Uma voz risonha afunda no ouvido,
Uma temperatura desmaiante é misturada no inverno.

Segurei a voz e fiz escutá-la em mim que estava explodindo
O viver vai se perdendo de vista
Segurei a voz e as noites que tremi vai se afogando na dor
Perdoe a respiração que parece estar no fim.

De alguma forma quero que me responda o quão ruim é o sonho
Quantas vezes tenho que dar um grito de sofrimento
De alguma forma quero que me fale o quão ruim é o sonho
E pela última vez quero sorrir novamente.

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